A diretoria do Corinthians abriu a semana em “operação de guerra”. Após a demissão de Dorival Júnior, o presidente Osmar Stabile e o executivo Marcelo Paz trabalham varando madrugadas na Neo Química Arena para fechar com um substituto a tempo da estreia na Libertadores, nesta quinta-feira, contra o Platense, na Argentina.
Os Alvos Prioritários
O departamento de futebol definiu dois perfis distintos, mas que estão livres no mercado — fator crucial para a celeridade do negócio:
- Tite (O Ídolo): Livre desde que deixou o Cruzeiro em março. Aos 64 anos, o técnico carrega o peso de seis títulos históricos pelo clube (incluindo o Mundial e a Libertadores de 2012). Vale lembrar que, em 2024, ele quase retornou ao CT Joaquim Grava, mas recuou por motivos de saúde na última hora.
- Fernando Diniz (A Novidade): O ex-treinador do Vasco, demitido em fevereiro, surge como a alternativa tática. Embora nunca tenha treinado o Corinthians, Diniz conhece o clube: foi jogador do Timão entre 97 e 98, conquistando um Paulistão.
Stabile e Paz buscam um nome que não precise de adaptação ao futebol brasileiro e que consiga gerir um elenco experiente sob a pressão do calendário sul-americano.
A cúpula alvinegra reconhece que dificilmente haverá unanimidade entre os torcedores, mas entende que a decisão precisa ser tomada nas próximas horas para que o novo comandante já embarque para Buenos Aires.

















