A HERANÇA MALDITA: Wilson Lima quer deixar dívida de R$ 3,2 bilhões para o povo pagar enquanto foge para o Senado

MANAUS (AM) – O governador Wilson Lima (União Brasil) prepara sua saída do cargo até o dia 31 de março com um presente de grego para a população: um novo empréstimo bilionário. Ignorando o caos na saúde e a insegurança, Wilson conseguiu a aprovação na Assembleia Legislativa (ALEAM) para incluir R$ 3,2 bilhões no orçamento de 2026. O dinheiro, segundo o governo, é para pagar “dívidas atrasadas” — as mesmas dívidas que ele não sanou em quase oito anos de mandato.

O Rombo da AmazonPrev e o Caso Banco Master

A gestão de Wilson Lima deixará cicatrizes profundas na previdência dos servidores. Enquanto o governador busca um novo fôlego financeiro, a AmazonPrev enfrenta investigações da Polícia Federal após um aporte suspeito de R$ 50 milhões no Banco Master.

O investimento, feito logo após uma troca de comando estratégica no fundo, é visto com lupa pelas autoridades. Para muitos, o uso do dinheiro dos aposentados em operações de risco é o símbolo de um governo que jogou com o futuro do servidor para alimentar interesses de bastidor.

8 Anos de Nada: Respiradores em Adega e Réu no STJ

Ao completar quase dois mandatos, a pergunta nas ruas de Manaus é: cadê as obras? Wilson Lima sairá sem nenhuma grande entrega estruturante, mas com um prontuário pesado. Ele é réu no Superior Tribunal de Justiça (STJ), acusado de chefiar uma organização criminosa.

O mundo não esquece o capítulo mais sombrio da nossa história: a compra de respiradores em uma loja de vinhos durante a pandemia. Enquanto famílias manauaras imploravam por oxigênio nas portas dos hospitais, o governo Wilson Lima desviava recursos em esquemas que hoje o tornam alvo prioritário da justiça federal.

Senado: A Blindagem Contra a Justiça

A pressa para renunciar e concorrer ao Senado não é por amor ao Amazonas, mas por medo da prisão. Sem o mandato de governador, Wilson perde o foro e fica à mercê das decisões do STJ sobre o caso dos respiradores e a formação de quadrilha.

O Senado Federal aparece como a última “tábua de salvação” em meio ao Rio Negro: oito anos de blindagem em Brasília para fugir das contas que precisa prestar ao povo e aos tribunais. O plano é simples: deixar o Amazonas endividado em bilhões e se esconder atrás do terno de senador.

Facebook
Twitter
WhatsApp
Fique por dentro

Não perca as principais notícias. Se inscreva para receber tudo em primeira mão!

Receba as notícias!

Veja também

Comentários